sexta-feira, 1 de abril de 2011

Audi mostra A7 em evento em São Paulo

Sedã com ares de cupê vem com motor de 300 cv e chega aos 100 km/h em 5,6 segundos

Audi A7 será mostrado pela primeira vez no Brasil em um evento de poloA Audi escolheu um evento esportivo para mostrar o A7 pela primeira vez ao público brasileiro. O sedã com ares de cupê será apresentado nesta quinta-feira (31) durante um jantar que irá eleger os melhores atletas de polo do país em um badalado restaurante de São Paulo (SP). O início das vendas do carro ainda não foram confirmados pela marca no Brasil, assim como o preço do sedã que ficará posicionado entre o A6 e o A8, na faixa dos R$ 350 mil.

O A7 aposta no visual para se destacar frente aos concorrentes Mercedes-Benz CLS e Aston Martin Rapide e, segundo a marca, faz um mix de segmentos. “Une a elegância de um cupê, o conforto e prestígio de um sedã e a funcionalidade de uma perua”, afirma a montadora em nota. Ele tem 4,97 m de comprimento, 1,9 m de largura, 1,42 m de altura e vem equipado com um motor V6 3.0 TFSI de 300 cv de potência e 44,9 kgfm de torque. Dotado de um câmbio S-tronic de dupla embreagem e sete velocidades, além de tração integral, o A7 é capaz de chegar aos 100 km/h em 5,6 segundos. A velocidade máxima é limitada em 250 km/h.

Seu visual chama atenção, sobretudo pelo teto baixo e a linha de cintura alta. Na dianteira traz como opcional faróis equipados com 18 leds. Na traseira, um defletor de ar integrado à tampa do porta-malas ergue-se automaticamente quando o carro chega aos 130 km/h e se retrai quando atinge 80 km/h. O porta-malas tem boa capacidade de 535 litros e o interior reserva muita tecnologia.

Cupê de quatro portas aposta em linhas arrojadas para enfrentar Mercedes CLS e Aston Martin RapideUm sistema multimídia conta com serviços on-line conectados à internet por meio de Bluetooth. O sistema permite ainda integrar tablets como o iPad e monitorar dados do carro, como o controle dos faróis, a transmissão e o piloto automático. O sistema de som é Bang & Olufsen de 1.300 watts de potência e um total de 15 alto-falantes.


Fonte: Revista Auto Esporte

Carros abandonados: de quem é o problema?




Saiba quem pode providenciar a remoção de veículos deixados pelas ruas
Carcaças de veículos abandonados podem virar foco de doenças e devem ser denunciadasQuantos não gostariam de ter um BMW Série 5 na garagem? Pois em uma ruazinha no bairro da Freguesia do Ó, em São Paulo, um belo exemplar do modelo enfrenta sol e chuva parado há mais de um ano. O histórico de abandono de veículos em várias cidades em todo o Brasil é grande. Muitas vezes, são deixadas nas ruas apenas as carcaças, que com o tempo transformam-se em possíveis focos para doenças, como a dengue. Mas a quem recorrer para retirar esses “estorvos” da via pública?

Segundo a legislação municipal de São Paulo, deixar o carro estacionado em via pública por mais de cinco dias já caracteriza abandono, situação que autoriza qualquer cidadão a pedir o remoção do veículo. O serviço pode ser solicitado às subprefeituras regionais pelo serviço do SAC na internet ou no telefone 156. Também é possível fazer o pedido pessoalmente nas praças de atendimento de qualquer subprefeitura.

Em SP, dono não aparece para "resgatar" seu BMW Série 5 da rua há mais de um anoA partir da denúncia do abandono, peritos se direcionam ao local para averiguar as condições do veículo. Um ofício é encaminhado à delegacia da região para levantar as informações sobre o carro. Se não for possível encontrar seu dono e o veículo não tiver pendências legais e judiciais, a subprefeitura volta ao local para recolher o carro e encaminhá-lo a algum pátio municipal. Este procedimento para a remoção dos veículos abandonados foi regulamentado em outubro de 2010. Segundo a subprefeitura da Freguesia do Ó, onde o BMW continua esquecido, o tempo estimado para todo o processo de remoção do veículo é de aproximadamente 30 dias.

Cada cidade possui uma política pública para lidar com o problema dos carros abandonadosOutras capitais

No Rio de Janeiro, quando os veículos abandonados estão em bom estado e ainda com placa, a responsabilidade de retirá-los do local e levá-los ao pátio é da Polícia Civil, que pode ser contatada pelo telefone 190. No entanto, no caso de carcaças ou veículos sem placa, peças, pneus ou portas, o serviço pode ser solicitado à Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza) que, mesmo assim, só pode remover o veículo com a autorização do delegado da região. Nesse caso, o processo pode levar mais de 30 dias. Para entrar em contato com a Comlurb basta ligar no número 1746.


Em Belo Horizonte (MG), é a própria Prefeitura que faz a remoção do veículo sem placa de identificação. A denúncia pode ser feita pelo telefone 156. Segundo a Prefeitura, depois que o chamado é aberto, um fiscal vai ao local avaliar o veículo e então solicitar sua remoção. No caso do veículo possuir placa de identificação, é a Polícia Civil quem deve ser chamada para resolver o problema.

O procedimento não é muito diferente em Curitiba (PR). Quando a denúncia é referente a um chassi bastante danificado e sem identificação, o serviço deve ser solicitado à prefeitura através do telefone 156. O Diretran (Diretoria de Trânsito), por sua vez, só pode fazer a remoção se o veículo estiver em uma situação de infração, como estacionado em local proibido.

Fonte: Revista Auto Esporte