quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Audi lança R8 Spyder com motor V8
Conversível chega com mesmos itens do cupê

A Audi lançou uma versão com motor V8 do conversível R8 Spyder no Reino Unido, com preços a partir de 95.545 libras esterlinas.

A nova versão do R8 usa o mesmo motor V8 de 4,2 litros FSI do cupê e, graças a um sistema que conserva combustível durante as frenagens, o modelo agora está de acordo com as normas de emissão Euro5.

O propulsor V8 produz 424 cv de potência a 7900 rpm. Segundo a Audi, o R8 Spyder V8 acelera de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos, 07s mais lento que o V10, e atinge velocidade máxima de 297 km/h. O câmbio pode ser manual ou automático tiptronic, ambos com seis marchas.

O R8 com motor de 8 cilindros em V chega com as mesmas opções do V8 cupê, mas acrescenta bancos com ajuste elétricos e aquecimento para as assentos em couro, além de cinto de segurança com microfones bluetooth. A pintura metálica também é de série.

O carro já pode ser adquirido no Reino Unido, mas os proprietários vão precisar esperar até o início do próximo ano para receber o conversível.

Quem bate em poste paga o prejuízo?

Autoesporte revela a verdade por trás de mais um mito

O Globo

Postes, pontes, guard-rails... Se você danificar qualquer um deles em um acidente de trânsito, pode pôr na conta a reparação ou a substituição das estruturas, além do conserto do carro. Se o choque for contra um poste, torça para ter abalroado um dos mais simples: dependendo do tipo, o prejuízo pode passar de R$ 7 mil. Segundo a AES Eletropaulo, que distribui energia elétrica na região metropolitana de São Paulo, um poste com estruturas básicas – circuito primário, ramais de ligação de clientes de baixa tensão e braço de iluminação pública – custa R$ 3,8 mil. Já se ele tiver equipamentos de grande porte, como transformadores, pode atingir R$ 7,5 mil. No Paraná, de acordo com a Copel, o conserto costuma sair por R$ 2.613,55, o que inclui materiais, equipamentos, deslocamento de pessoal e mão de obra.

A prefeitura, ou a empresa que fornece energia, costuma parcelar a dívida. Caso o motorista não tenha condições de arcar com a despesa, pode ter os bens penhorados ou o nome incluído na lista de inadimplentes da concessionária. Mas, e se a culpa não tiver sido de quem bateu? Bem, cada lugar segue uma regra. Em São Paulo, são exigidas provas incontestáveis para liberar esse condutor do pagamento. Já em Curitiba, não adianta: o dano é cobrado de quem colidiu contra o poste.

O Globo NOSSO VEREDICTO: VERDADE

Não é lenda urbana
O condutor que destrói o patrimônio coletivo tem de arcar com a despesa do conserto e/ou manutenção. Só no Paraná, mais de 2 mil postes são atingidos por veículos todos os anos.