quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

CAPTUR BOSE: experiência audiovisual

 Ir ao cinema é uma experiência audiovisual, onde o espectador se encanta com belas imagens em altíssima definição e um som de qualidade. Só que se isenta da ação que ocorre nas telas ao desfrutar de poltronas confortáveis. Com certeza não teria muita gente disposta a participar de uma guerra ou fugir de zumbis. Mas o que isso tem a ver com o Renault Captur Bose?
Em resumo, as maiores qualidades do SUV compacto da Renault estão onde os olhos veem e no que os ouvidos apreciam.

Romance francês
É inegável a beleza desse SUV. Ele tem porte avantajado provido pela plataforma do Duster, que deixou ele maior que a versão europeia. São 4,32 m de comprimento, 1,61 m de altura, 1,81 m de largura e entre-eixos de 2,67 m.
A carroceria com vincos discretos é marcada por volumes que deixam o Captur com porte musculoso. Vale destacar a discreta, mas elegante, combinação de cores com carroceria Cinza Cassiopée com teto Prata Etollie, exclusiva da série especial Bose. O SUV ainda tem belas rodas diamantadas de 17 polegadas que fecham o conjunto.

Por dentro, o visual agrada, o Captur tem bancos bastante confortáveis e com boa amplitude de regulagem. Ele tende a deixar o motorista alto para aumentar sensação de SUV, mas nada que atrapalhe. Destaque também para o volante emprestado do Sandero RS que tem ótima empunhadura e visual agradável.

O espaço interno também é farto, com direito a muita área para joelhos e cabeça para quem senta atrás. O porta-malas de 437 litros é outro destaque, sendo capaz de levar bastante carga sem sacrifícios. O piso plano em relação à tampa do porta-malas ajuda na hora de carregar coisas mais pesadas.

Som assinado
A maior virtude interna do Captur Bose está justamente em seu nome: o sistema de som Bose. Equipado com subwoofer no porta-malas e caixas de som de elite, ele traz experiência sonora digna de carros de categoria superior. A entrega de som é cristalina e sem distorções notáveis, mesmo em volumes mais altos.
Para controlar todo esse sistema está a nova central multimídia Media NAV Evolution que agora traz Android Auto e Apple CarPlay. A central é uma das mais fáceis e práticas de serem utilizadas, tem tela com definição boa e é relativamente rápida. Até mesmo o fato de ter comandos físicos para o som ajuda bastante na operação.

Há um prático porta-objetos na parte superior do painel que pode abrigar o celular sem atrapalhar a visualização do que se passa na central.
Versão topo de linha, ele traz ainda LEDs diurnos, ar-condicionado automático, bancos revestidos de couro, retrovisor com rebatimento elétrico, vidros elétricos nas quatro portas, chave presencial em um interessantíssimo formato de cartão, luzes traseiras de LED, câmera de ré e sensor de ré.

Plot-twist
A melhor pedida é o 1.6 CVT de R$ 95.990. Com motor mais moderno e tem pouquíssima diferença de potência para o 2.0.
São 120 cv e 16,2 kgfm de torque dispostos a empurrar 1.350 kg. Em âmbito urbano o Captur se da bem e da conta do recado. O câmbio trabalha com suavidade extrema, se fazendo pouco perceptível e evitando que o Captur faça gritarias desnecessárias quando sai do sinal, como alguns carros com motor pequeno e câmbio CVT fazem.

Há simulação de seis marchas por meio da alavanca. Outra possibilidade de realizar trocas de marcha se da no momento de aceleração máxima, onde o Captur simula as seis marchas ao atingir a faixa vermelha.
A suspensão é uma grata surpresa: entrega robustez e conforto em medidas semelhantes. O Captur não vacila em buraqueira ou pisos ruins, mantendo a carroceria no lugar. Assim como na estrada, onde mesmo com sua carroceria alta, não é atrapalhado pelo vento, é um ótimo conjunto para o que se propõe.

Conclusão
Bonito de ver e de ouvir, o Renault Captur Bose se destaca por seus atributos. O sistema de som foi uma ótima adição ao SUV compacto.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Novo Duster Nacional estreia em 2020!

SUV será lançado inicialmente na eficiente e atual motorização 1.6 com Cambio CVT e promessa de motor Turbo que substituirá o obsoleto 2.0!


A nova geração do Renault Duster já não é tão nova assim – foi lançada na Europa em 2017 –, mas só agora tem uma data mais precisa para chegar ao Brasil.
A Revista QR apurou que o SUV compacto será lançado e começará a ganhar as concessionárias brasileiras entre março e abril de 2020, já como modelo 2021.
Para não atrasar ainda mais o lançamento, o novo Duster só terá o motor 1.6 SCe de 120 cv, com câmbio manual de cinco marchas ou automático CVT, por alguns meses.

O novo motor 1.3 TCe, com turbo e injeção direta, estreará muito provavelmente apenas em 2021 – e deve chegar antes no Captur -, sendo responsável pela volta da versão 4×4 (hoje equipada com motor 2.0 e câmbio manual de seis marchas).
Por chegar com quase três anos de atraso, a versão brasileira terá algumas mudanças específicas.
A grade dianteira será levemente modificada, o que também forçará mudanças nos contornos superiores e vincos do para-choque. Os faróis também deverão ganhar elementos internos específicos para o Brasil.
Já a traseira será idêntica à do modelo que recebe a insígnia da Dacia, marca de baixo custo romena. Até mesmo as lanternas “quadradinhas”, que parecem bastante inspiradas no Jeep Renegade, serão usadas por aqui.