terça-feira, 29 de março de 2011

VW Jetta mais perto do bolso

Modelo alemão perdeu peso, abandonou o motorzão 2.5 e não tem mais tanto requinte por dentro. Em compensação, ficou mais barato


Novo VW Jetta tem preços a partir de R$ 65.775. Versão automática (da foto) sai a partir de R$ 70 milEsqueça o motorzão 2.5 de cinco cilindros. Esqueça, também, o interior requintado. O novo Jetta, que está chegando às lojas, está menos sofisticado. Em compensação, ficou mais barato. Simplificando a mecânica e o acabamento, o sedã mexicano agora consegue disputar mercado com os sedãs médios (Civic, Corolla e companhia). Antes, custando acima de R$ 80 mil, ele brigava com Ford Fusion – e apanhava todo mês.
Agora, o preço começa em R$ 65.755. Milagre? Não. Em vez do motor 2.5, agora o Jetta mais barato (Comfortline) vem com motor 2.0 de quatro cilindros e 120 cv, o mesmo do Bora e do Golf. A ideia é que ele ocupe o lugar do Bora e passe a brigar com japoneses da Honda e Toyota. Além do câmbio manual que equipa o modelo mais barato, o Jetta pode vir também com transmissão automática de seis marchas, por R$ 70.005.
Afora a versão com motor aspirado, a Volkswagen também oferece a versão Highline, com motor 2.0 TSI turbo, de 200 cavalos, e câmbio DSG, automatizado de dupla embreagem e seis marchas (R$ 89.520). Pelas estimativas da Volkswagen, o 2.0 aspirado deverá responder por 70% das vendas, por conta do preço mais atraente.
Jetta ficou mais próximo de seus irmãos de marca no visualEm termos de estilo, o modelo ganhou linhas mais retas. Os faróis trazem a identidade comum aos modelos da marca, e que podem ser vistos do Fox à Amarok. A grade cromada foi trocada por uma mais fina, com acabamento preto brilhante. A parte inferior do para-choque recebeu um apêndice aerodinâmico semelhante ao de carros de corrida. As laterais têm vincos mais bem definidos (especialmente na altura do “ombro”), e a traseira recebeu lanternas retas.
Os irmãos Marco Antonio e José Carlos Pavone, designers que atuam na matriz da Volkswagen, em Wolfsburg, desde 2006, trabalharam no estilo externo do carro. Segundos eles, o fato de o Jetta não utilizar mais a plataforma do Golf deu mais liberdade de criação aos designers, além de maior personalidade ao sedã. Sem as amarras do hatch, o Jetta cresceu. No comprimento, o acréscimo foi de 9 cm (para 4,64 m). A distância entre-eixos cresceu 7,3 cm (para 2,65 m). O resultado é que o espaço aumentou, especialmente no banco traseiro (para joelhos e ombros). Mesmo assim, graças à utilização de chapas de aço de resistência variável, o novo modelo ficou 30 kg mais leve.
Em termos de mecânica, o motor 2.0 não reserva grandes emoções. O câmbio AQ250 Tiptronic (fornecido pela Aisin) de seis marchas é muito bom, e oferece borboletas no volante para trocas manuais. O problema é o motor 2.0, de oito válvulas e apenas 120 cavalos.
Interior do Jetta ficou mais simples, porém melhor do que o da versão americana, garante a VWAlém de andar menos que o modelo anterior (nessa versão), o novo Jetta também ficou com o interior mais simples (em todas as versões), para poder brigar em preço com os sedãs médios. Em compensação, o modelo tem monitor multimídia sensível ao toque (opcional). A partir de junho, deverá receber GPS.
Afora o bom espaço para ocupantes, o Jetta também tem bom porta-malas, para 536 litros (aferidos pela Autoesporte). Mas o modelo ainda traz braços na tampa, que roubam um pouco de espaço de bagagem.
A suspensão traseira utiliza eixo de torção na versão Comfortline e multibraços (independente) na Highline. O acerto é bom em ambos, mas com evidente vantagem para o modelo turbo.
Jetta ainda traz opção turbo 2.0 a partir de R$ 89.520O Jetta não oferece faróis de xenônio. De série, traz quatro airbags, rodas de liga aro 16, controle de tração (que não pode ser desligado), sensores de estacionamento, etc. A garantia é de apenas um ano (três anos somente para motor e câmbio). Nesse segmento, os concorrentes oferecem no mínimo três anos de garantia integral.
Confira na revista Autoesporte de abril (que já está nas bancas) o teste completo das duas versões do Jetta. O modelo com motor aspirado enfrenta o Renault Fluence e o Peugeot 408. O 2.0 Turbo faz literalmente um vôo solo na nossa pista (0 a 100 km/h em 7,0 segundos)!

segunda-feira, 28 de março de 2011

QUATRO RODAS AVALIA NOVO JETTA

Totalmente renovado, o sedã cresceu para tentar se aproximar dos líderes da categoria

Até o fã mais fanático da Volkswagen admite que o Jetta não emplacou no Brasil. Embora fosse bonito e oferecesse predicados como o acabamento esmerado e a qualidade de construção, ele era caro demais. Seu preço se aproximava demais dos valores pedidos por sedãs maiores, mais requintados e prestigiados do que o VW.
Diante deste retrospecto, o novo Jetta chega ao mercado brasileiro para tentar escrever uma nova história. A montadora alemã aposta num carro maior e mais barato, com duas versões de acabamento - batizadas de Comfortline e Highline - e preços que variam entre 65.755 e 89.520 reais, sem opcionais.



No visual, as linhas esportivas foram trocadas por uma aparência mais sóbria. A sexta geração do Jetta ganha identidade própria pela primeira vez desde seu lançamento, em 1979. Na prática, isso significa que o carro deixa de parecer um Golf sedã, embora siga as tendências de estilo adotadas pela marca recentemente. Os sinais de parentesco são facilmente percebidos, tanto no formato horizontal da grade dianteira quanto no desenho retilíneo dos faróis.

A lateral não tem surpresas e a parte de trás exibe lanternas que lembram os carros da Audi. No tamanho, o Jetta cresceu: agora são 4,64 metros de comprimento e 2,65 metros de entre-eixos, ante 4,55 metros e 2,58 metros da quinta geração. Por dentro, a aparência comportada condiz com o exterior. O quadro de instrumentos usa a simplicidade a seu favor, pois facilita a leitura de todas as informações. Todos os comandos são intuitivos e estão ao alcance das mãos, num bom exemplo da racionalidade que caracteriza os carros das marcas alemãs. Já o acabamento não é pobre, mas peca pelo uso de plásticos rígidos demais para um sedã com pretensões de ser requintado.



O novo Jetta possui duas opções de motorização. A versão Comfortline é equipada com o motor EA-111 2.0 Flex, usado em velhos conhecidos dos brasileiros, como o New Beetle e o Bora (que deixa de ser vendido com a chegada do novo sedã). O conjunto rende 120 cv com etanol e 116 cv bebendo gasolina. O motorista pode optar entre o câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis velocidades. A versão Highline usa motor e transmissão vindos de outros modelos do Grupo VW, como o utilitário esportivo Tiguan. Trata-se do 2.0 de quatro cilindros, com turbo e injeção direta de combustível, que entrega 200 cv somente com gasolina. Seu câmbio é automatizado de dupla embreagem com seis velocidades, que garante trocas de marcha mais rápidas e precisas, principalmente quando o condutor usa as borboletas atrás do volante.

No test-drive realizado na rodovia Mogi-Bertioga, foi possível constatar que o motor 2.0 Turbo tem fôlego de sobra. As ultrapassagens são realizadas sem dificuldades e é necessário dosar a força empregada no pedal do acelerador para não infringir as leis. A suspensão que privilegia uma tocada mais esportiva deixa a condução ainda mais prazerosa.

Sobre o pacote de equipamentos de série, a lista é generosa. O Jetta Comfortline tem ar-condicionado digital, direção eletro-hidráulica, freios ABS, controle de tração (ASR), volante revestido em couro, rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, computador de bordo, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, rodas de liga leve e quatro airbags, entre outros itens. A versão mais luxuosa adiciona itens como dois airbags do tipo cortina, controle de estabilidade (ESP), ar-condicionado com duas zonas de regulagem de temperatura e saídas para o banco de trás, piloto automático, bancos de couro, sensores de chuva e crepuscular (que acendem os faróis em ambientes escuros), volante multifuncional - com comandos de som e Bluetooth - e sistema de som com tela sensível ao toque e oito alto-falantes.

Veja abaixo os preços sugeridos de todas as versões do novo Jetta:
Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 (manual): R$ 65.755


Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 (automático): R$ 69.990


Volkswagen Jetta Highline 2.0 Turbo (automático): R$ 89.520

quinta-feira, 24 de março de 2011

NOVO GOL - Projeção revela novo modelo

Campeão de vendas terá pacote de mudanças para não entregar o topo do ranking para a Fiat

Projeção mostra como ficará o Gol a partir do início de 2012. Principal mudança ficará por conta da frente do mesmo estilo do FoxAcossado pelo novo Uno (e em breve pelo novo Palio), o Gol vai mudar para estancar a tendência de queda. Sim, ele ainda é o campeão absoluto, por 24 anos seguidos, mas vendeu 3% a menos que em 2009, num ano em que as vendas no Brasil subiram 10,6%.
A Volkswagen prepara um pacote de novidades para seu carro-chefe, mas elas só vão ficar prontas no começo do ano que vem. Uma das providências será, enfim, a chegada da versão de duas portas, que sempre tem um público cativo, sobretudo entre grandes frotistas.
O preço será cerca de R$ 2 mil inferior ao do equivalente quatro portas, o que também atrai o público jovem, que não leva família no carro. Vale lembrar que o Uno terá em breve uma versão duas portas – o lançamento está atrasado em função da forte demanda pelo modelo quatro portas.
Mas a novidade mais importante será a primeira reestilização do Gol 5, aquela de “meio do caminho” entre uma geração e outra. Tivemos acesso a diversas peças do modelo, o que permitiu montar as projeções. O desenho dianteiro vai seguir a tal “coerência visual” da marca no mundo. Isso significa que o Gol ficará bem parecido com o Fox, notadamente na grade (com dois filetes) e nos faróis (mais retos e conectados à grade).
Também haverá diferenças externas de acabamento entre as versões básicas e as demais. As versões topo de linha terão filete cromado na tomada de ar do para-choque e nos nichos onde vão os faróis de neblina. Na traseira, as mudanças serão mais sutis em relação ao Gol atual. De qualquer forma, as lanternas terão configuração de luzes semelhantes às do Fox, e o para-choque será totalmente novo, agora com olhos de gato (sim, mais uma vez seguindo o que foi feito no Fox).

A traseira vai mudar pouco. Apenas as lanternas serão reestilizadas, assim como o para-choque

Fonte: Revista Auto Esporte

NOVO JETTA - Agora mais perto do bolso


Modelo alemão perdeu peso, abandonou o motorzão 2.5 e não tem mais tanto requinte por dentro. Em compensação, ficou mais barato
Novo VW Jetta tem preços a partir de R$ 65.775. Versão automática (da foto) sai a partir de R$ 70 milEsqueça o motorzão 2.5 de cinco cilindros. Esqueça, também, o interior requintado. O novo Jetta, que está chegando às lojas, está menos sofisticado. Em compensação, ficou mais barato. Simplificando a mecânica e o acabamento, o sedã mexicano agora consegue disputar mercado com os sedãs médios (Civic, Corolla e companhia). Antes, custando acima de R$ 80 mil, ele brigava com Ford Fusion – e apanhava todo mês.
Agora, o preço começa em R$ 65.755. Milagre? Não. Em vez do motor 2.5, agora o Jetta mais barato (Comfortline) vem com motor 2.0 de quatro cilindros e 120 cv, o mesmo do Bora e do Golf. A ideia é que ele ocupe o lugar do Bora e passe a brigar com japoneses da Honda e Toyota. Além do câmbio manual que equipa o modelo mais barato, o Jetta pode vir também com transmissão automática de seis marchas, por R$ 70.005.
Afora a versão com motor aspirado, a Volkswagen também oferece a versão Highline, com motor 2.0 TSI turbo, de 200 cavalos, e câmbio DSG, automatizado de dupla embreagem e seis marchas (R$ 89.520). Pelas estimativas da Volkswagen, o 2.0 aspirado deverá responder por 70% das vendas, por conta do preço mais atraente.

Jetta ficou mais próximo de seus irmãos de marca no visualEm termos de estilo, o modelo ganhou linhas mais retas. Os faróis trazem a identidade comum aos modelos da marca, e que podem ser vistos do Fox à Amarok. A grade cromada foi trocada por uma mais fina, com acabamento preto brilhante. A parte inferior do para-choque recebeu um apêndice aerodinâmico semelhante ao de carros de corrida. As laterais têm vincos mais bem definidos (especialmente na altura do “ombro”), e a traseira recebeu lanternas retas.
Os irmãos Marco Antonio e José Carlos Pavone, designers que atuam na matriz da Volkswagen, em Wolfsburg, desde 2006, trabalharam no estilo externo do carro. Segundos eles, o fato de o Jetta não utilizar mais a plataforma do Golf deu mais liberdade de criação aos designers, além de maior personalidade ao sedã. Sem as amarras do hatch, o Jetta cresceu. No comprimento, o acréscimo foi de 9 cm (para 4,64 m). A distância entre-eixos cresceu 7,3 cm (para 2,65 m). O resultado é que o espaço aumentou, especialmente no banco traseiro (para joelhos e ombros). Mesmo assim, graças à utilização de chapas de aço de resistência variável, o novo modelo ficou 30 kg mais leve.
Em termos de mecânica, o motor 2.0 não reserva grandes emoções. O câmbio AQ250 Tiptronic (fornecido pela Aisin) de seis marchas é muito bom, e oferece borboletas no volante para trocas manuais. O problema é o motor 2.0, de oito válvulas e apenas 120 cavalos.

Interior do Jetta ficou mais simples, porém melhor do que o da versão americana, garante a VWAlém de andar menos que o modelo anterior (nessa versão), o novo Jetta também ficou com o interior mais simples (em todas as versões), para poder brigar em preço com os sedãs médios. Em compensação, o modelo tem monitor multimídia sensível ao toque (opcional). A partir de junho, deverá receber GPS.
Afora o bom espaço para ocupantes, o Jetta também tem bom porta-malas, para 536 litros (aferidos pela Autoesporte). Mas o modelo ainda traz braços na tampa, que roubam um pouco de espaço de bagagem.
A suspensão traseira utiliza eixo de torção na versão Comfortline e multibraços (independente) na Highline. O acerto é bom em ambos, mas com evidente vantagem para o modelo turbo.
Jetta ainda traz opção turbo 2.0 a partir de R$ 89.520O Jetta não oferece faróis de xenônio. De série, traz quatro airbags, rodas de liga aro 16, controle de tração (que não pode ser desligado), sensores de estacionamento, etc. A garantia é de apenas um ano (três anos somente para motor e câmbio). Nesse segmento, os concorrentes oferecem no mínimo três anos de garantia integral.

Fonte: site Revista Auto Esporte

segunda-feira, 21 de março de 2011

Porsche oficializa 918 Spyder por R$ 1,49 milhão

Superesportivo híbrido vai de 0 a 100 km/h em 3,1 segundos e chega em 2013

Porsche 918 Spyder começa ser vendido até 2013A Porsche oficializou nesta segunda-feira (21) o preço do novo 918 Spyder, que deve chegar ao mercado mundial até 2013. O superesportivo chegará ao mercado norte-americano por US$ 845 mil, algo em torno de R$ 1,49 milhão se convertido diretamente para o real, sem impostos. O modelo aposta na tecnologia híbrida e no visual inspirado em modelos das pistas da década de 60 para emplacar como o carro mais caro da marca sediada em Stuttgart (Alemanha).

O 918 sairá de fábrica com um motor V8 4.0 de 500 cavalos, movido a gasolina. Ele será combinado com outro elétrico de 218 cv, totalizando 718 cv de potência no esportivo com capacidade para duas pessoas. De acordo com a Porsche, o carro tem um consumo combinado de até 33 km/l. O desempenho é igualmente impressionante.

Superesportivo chega aos 100 km/h em 3,1 segundos e tem velocidade máxima de 320 km/hO 918 é capaz de chegar aos 100 km/h em 3,1 segundos e tem velocidade máxima acima dos 320 km/h. Além de preço e especificações técnicas, a Porsche divulgou também três imagens da versão de produção do superesportivo, que revelam inclusive o interior, com um console bastante inovador.

sábado, 19 de março de 2011

Ferrari FF e Lamborghini Aventador chegam ao Brasil este ano

As duas estrelas italianas serão lançadas no Brasil e na Europa ao mesmo tempo

Ferrari FF custará R$ 2,7 milhão, o maior preço da marcaDepois do grande barulho causado pela apresentação mundial da Ferrari FF no Salão de Genebra, a assessoria da marca no Brasil confirmou a vinda do superesportivo ainda neste ano. Por ser o modelo mais inovador do portfólio da marca - já que é seu primeiro quatro lugares de tração integral -, é certo que ele também será o mais caro, com preço de R$ 2,7 milhões.
A previsão é que cheguem por aqui de 5 a 8 unidades da FF, já no segundo semestre. Conforme os dados divulgados pela Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) a Ferrari teve uma queda de 50% nas vendas de fevereiro em relação a janeiro, mês em que foram emplacadas 8 unidades. Mesmo assim, a empresa se mostra bastante otimista em relação à chegada da FF, que deve movimentar as vendas da marca.
Lamborghini LP700-4 Aventador custará em torno de R$ 2 millhões para substituir o MurciélagoOutra atração festejada em Genebra também desembarcará por aqui no terceiro trimestre. O Larborghini Aventador chegará às revendas da marca Europa e no Brasil ao mesmo tempo, segundo a assessoria da marca. Serão importadas de 5 a 7 unidades do modelo. O preço ainda não foi confirmado, mas ficará em torno de R$ 2 milhões.

Vendas têm alta de 9,3% na primeira quinzena de março

Na comparação com o mesmo período do ano passado, aumento é de 8,1%
As vendas de automóveis e comerciais leves na primeira quinzena de março aumentaram 9,3% em relação ao mesmo período do mês anterior, conforme balanço divulgado pela Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos Automotores). Foram 130.216 unidades dos primeiros 15 dias de fevereiro ante 142.369 deste mês.
No ranking de modelos, o mais vendido foi o Fiat Uno (12.139), seguido por VW Gol (10.939) e GM Celta (7.255). Ainda considerando as vendas de automóveis e comerciais leves da primeira quinzena de março, a Fiat ficou na frente, com 23,5% de participação. Em segundo lugar ficou a Volkswagen (20,2%) e em terceiro a GM (19,3%).

sexta-feira, 18 de março de 2011

Vendas crescem na Europa; VW e GM se destacam

Alemanha e França registraram bons resultados em fevereiro


As vendas de automóveis novos na Europa cresceram pela primeira vez em 11 meses, principalmente por conta da alta demanda na Alemanha e França.

Segundo dados divulgados pela Associação Europeia das Montadoras de Automóveis, foram licenciados 1,01 milhão de veículos em fevereiro nos países do Velho Continente. A quantia representa uma alta de 1,4% em relação ao mesmo mês de 2010.

Entre as marcas, o grupo VW registrou uma alta de 9,1%, enquanto que a General Motors vendeu 8,3% a mais de veículos. A Renault SA, que vem promovendo um programa de vendas online para os modelos da romena Dacia, teve um aumento de 3,1% em suas vendas, atingindo 113.342 unidades. Em contrapartida, Fiat, Ford e PSA/Peugeot-Citroën viram suas vendas caírem no segundo mês deste ano.

A demanda na Alemanha e na França, os dois maiores mercados de automóveis da União Europeia, aumentou 15% e 13%, respectivamente. Os dados contrastam com a queda no número de emplacamentos em alguns países, como Itália (declínio de 21%), Espanha (baixa de 28%) e Reino Unido, que despencou 7,7%.

New Beetle 2012 estreia em Xangai e Nova York

Nova geração do modelo será mostrada em dois salões ao mesmo tempo
   Reprodução
Silhueta da nova geração do New Beetle no programa de auditório da apresentadora americana Ophra WinfreyA Volkswagen vai mostrar a nova geração do New Beetle pela primeira vez em dois salões internacionais ao mesmo tempo. A partir do dia 19 de abril, o carro poderá ser visto em Xangai (China) e, três dias depois, em Nova York (EUA). O carro terá a bancos esportivos, suspensão mais dura, rodas de 19” e saída dupla de escape. O sistema multimídia contará com tela touchscreen integrada com Bluetooth.
As vendas do novo modelo no mercado norte-americano começam no fim do mês que vem. A versão conversível está sendo preparada pela marca alemã e será lançada no início de 2012 com opção de motor turbodiesel apenas nos Estados Unidos.

Audi Q7 3.0 TURBO: mosca branca

Agora com motor V6 sobrealimentado, jipão de luxo é rápido, mas continua a ser figura rara nas ruas
 Fabio Aro

Audi Q7 3.0 V6: motor sobrealimentado de menor cilindrada no lugar do V8 4.2 aspirado para diminuir o consumo Confesso que a última vez que havia visto um Audi Q7 foi quando o ex-Beatle Paul McCartney esteve no Brasil, em novembro do ano passado. O gigantesco utilitário esportivo foi o carro usado para levar o cantor no curto trajeto entre o hotel onde estava hospedado e o estádio do Morumbi, em São Paulo. Difícil de ser visto no Brasil, o carro chega à linha 2011 apenas com o novo motor 3.0 V6 com compressor mecânico, que entrou no lugar do 4.2 V8 aspirado. Ao contrário do motorista que dirigiu o carro de Paul, consegui avaliar o jipão de luxo por um trecho bem mais longo. Levei o Q7 para Bertioga, no litoral norte de São Paulo.

Com interior confortável, o Q7 transportou Paul McCartney de seu hotel ao Morumbi, durante a vinda do cantor ao BrasilA troca do V8 pelo V6 comprimido (cujo bloco de alumínio pesa apenas 33,1 kg) veio para dar um alívio ao motorista na hora de abastecer o tanque de 100 litros. É a tendência do "downsizing". Ele permitiu andar com o Q7 (2.315 kg e 5,1 metros) a 120 km/h a apenas 2.000 rpm, com o silêncio de uma limusine de luxo e consumindo em torno de 15% menos. O que ajuda bastante nesta economia é o câmbio automático de oito marchas, com dupla personalidade, assim como o motor.
 Fabio Aro
Pise de leve no pedal da direita e terá um carro silencioso, equipado com uma confortável suspensão a ar. Nessas condições, o consumo fica na média de 8,1 km/l, conforme apontou o computador de bordo. Ou então afunde o pé e leve um coice dos 333 cavalos ouvindo o ronco borbulhante do V6. Nesse caso, ele pode ir de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos e alcançar 243 km/h, promete a Audi.

Gostou? Pena que este grandalhão não cabe em qualquer vaga e precisa de atualizações, como um sistema de som com entrada USB e freio de estacionamento eletrônico no lugar do antigo acionado por pedal. Somem-se a isso os R$ 320 mil exigidos para tê-lo na garagem e já começa a ficar claro por que é que é tão difícil encontrar um Q7 por aí.

 Fabio Aro
Com poucas mudanças visuais desde o lançamento, o jipão de luxo perde no quesito apelo visual para rivais como o Porsche Cayenne

O que acontece se os pneus não forem calibrados?

Confira a resposta e uma série de outras sobre mecânica automotiva

Dúvidas sobre o seu carro? Quer encontrar respostas e dicas sobre mecânica, manutenção ou limpeza? Então a Oficina Autoesporte é o lugar certo para vir. Uma vez por semana, selecionaremos questões deixadas nos comentários e publicaremos as respostas no site, sempre com a ajuda de técnicos e especialistasGostaria de saber quando deve ser feita a calibragem dos pneus? O que acontece se ela não for feita? Isso tem alguma relação com o gasto de combustível? Silvia Bueno da Costa, São Paulo

“A calibragem dos pneus deve ser conferida toda semana”, afirma José Carlos Quadrelli, gerente de vendas da Bridgestone. Segundo ele, se for considerada apenas a permeabilidade da borracha, o pneu perde de uma a duas libras por mês. No entanto, a checagem regular evita que furos passem despercebidos.

O pneu precisa estar na calibragem indicada pela montadora e compatível ao número de passageiros, caso contrário pode afetar a dirigibilidade do carro e o consumo de combustível. “Um pneu menos calibrado sofre deformação e fica com mais superfície de contato com o solo” explica Felício Félix, especialista em segurança viária e pesquisa e desenvolvimento do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária). “O atrito oferece maior resistência e o motor precisa de mais energia para mover o carro” afirma. O gasto de combustível, segundo ele, pode ser até 10% maior.

Se a calibragem estiver acima da recomendada, o motorista corre risco nas frenagens. “A área de contato fica menor e o veículo fica menos estável”, diz Félix, “isso sem falar no desgaste maior na região central da banda de rodagem”. O pneu menos calibrado que o indicado também tem desgaste irregular, e fica com as laterais prejudicadas.

FONTE: SITE REVISTA AUTO ESPORTE

quinta-feira, 17 de março de 2011

Brasil cai no ranking e VW lidera entre as montadoras


Montadora superou Toyota e liderou as vendas de janeiro

O Brasil caiu uma posição no ranking de vendas de veículos e agora foi para 5º lugar. O mercado nacional foi surpreendido pelo número de vendas da Índia, que obteve um aumento de 23,8% em janeiro e aparece na 4ª colocação.
A China manteve a liderança folgada com um aumento de 16,8% se comparado ao mesmo período do ano anterior. Os Estados Unidos aparecem em segundo lugar, com crescimento de 17,2%, seguido pelo Japão, com queda de 16,6%.
Quem também surpreendeu foi o mercado russo, que registrou um impressionante aumento de 72,1% nas vendas, e aparece em décimo lugar no ranking. A surpresa negativa ficou por conta de Itália e Grã-Bretanha, com quedas de 19,6% e 7%, respectivamente.
Dentre as montadoras, a Volkswagen liderou as vendas de janeiro, com 417.521 unidades comercializadas, um crescimento de 29,8% em relação a janeiro de 2010. A Toyota aparece em segundo, com variação de 0,5%, seguida pela Ford (14%), Chevrolet (16,2%) e Nissan (13,3%).

VW Gol G4 ganha motor 1.4 na Argentina

Preço inicial do hatchback equivale a R$ 18.231

O Gol G4 acaba de ganhar uma nova motorização na Argentina. O veterano passa a ser oferecido com um propulsor 1.4 de oito válvulas e quatro cilindros, movido a gasolina e que entrega 83 cv.
Segundo a Volkswagen, a principal vantagem do novo motor está no consumo de combustível, que é 10% menor do que a versão Power 1.6, de 92 cv. A lista de equipamentos do Gol Power 1.4 é modesta: a versão de entrada é a Base e oferece apenas rodas de aço de 14 polegadas, brake-light, retrovisores pintados na cor da carroceria, rádio com CD Player e quatro alto-falantes. Quem quiser direção hidráulica e ar-condicionado precisará optar pela versão Base Plus.
O Gol Power 1.4 Base com três portas tem preço sugerido de 44.240 pesos (ou 18.231 reais), sendo que a opção com cinco portas custa 46.100 pesos – aproximadamente 18.997 reais. Já a versão Power 1.4 Base Plus com três portas pode ser comprada por 50.020 pesos – cerca de 20.613 reais. O Gol Power 1.4 Base Plus com cinco portas é vendido por 52.130 pesos, ou 21.482 reais.
Nos próximos meses, o motor também chega à perua Gol Country, que nada mais é do que a versão argentina da Parati G4.

VW já tem planos de desenvolvimento de motores para Alfa Romeo

Aquisição da Alfa faz parte do plano para a VW se tornar a maior produtora mundial até 2018

A Volkswagen já traçou os planos de desenvolvimento dos modelos da Alfa Romeo após um possível acordo de aquisição da marca junto à Fiat.

Segundo informações do site Autocar, é provável que a Alfa receba motores diretamente da Porsche, que está produzindo um novo propulsor de entrada para ficar abaixo do Boxster. Os novos motores poderiam ser instalados em modelos da Alfa, como o Alfasud e o 33.

O grupo Volkswagen disse que a Alfa tem potencial para ajudar a VW a ser a maior produtora de veículos ate 2018, superando a Toyota. Em janeiro, a marca já liderou o ranking de vendas globais.

No entanto, no que depender da Fiat, atual detentora da marca Alfa Romeo, a VW terá dificuldades na aquisição. “Fechamos a porta na cara deles e agora estão tentando entrar pela janela”, disse um porta-voz dão grupo Fiat.



O porta-voz também desmentiu rumores de que o presidente da VW, Ferdinand Piech, e o CEO Martin Winterkorn se encontraram com representantes locais da região de Lombardi, na Itália, onde está situada uma planta desativada da Alfa Romeo. “Isso é uma fantasia completa”, concluiu.

VW terá subcompacto e Golf mexicano no Brasil

Modelo médio deixará de ser feito no Paraná para dar lugar ao novo hatch pequeno

Projeção da sétima geração do Golf que será feita no México e virá para o Brasil sem pagar Imposto de ImportaçãoQuem esperava pela produção do Golf 7 no Paraná, em substituição ao atual Golf 4 (e meio), pode tirar o cavalinho da chuva. Como tem ocorrido com vários projetos de maior valor agregado, o Brasil perdeu a disputa para o México. O consolo é que ele virá de lá com status (e preço) de carro nacional, já que não recolherá os 35% do Imposto de Importação.

A Volkswagen ainda não anunciou a produção do modelo no México, mas o fará em breve, segundo nossas fontes. De lá está chegando o novo Jetta, que usa a mesma plataforma do hatch médio. Outro indicativo de que o próximo Golf será mexicano é que o New Beetle, feito lá até recentemente, muda para os Estados Unidos na próxima geração, na mesma fábrica do novo Passat norte-americano, em Chatanooga. E o Bora está saindo de linha. Logo, a fábrica fica liberada para produzir Golf e Jetta em grande escala.

A saída do Golf do Paraná também ajudará a liberar espaço no Brasil para a produção em altíssimo volume de um subcompacto, de preço inferior ao do Gol, em 2014. O modelo virá para brigar com o Fiat a ser feito em Pernambuco, posicionado abaixo do Uno. E suas linhas serão próximas às do futuro Lupo europeu. Contudo, o acabamento e o conteúdo no Brasil serão inferiores, de forma que seu preço não fique muito acima de R$ 20 mil.

fonte: Revista Auto Esporte